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28 de Fevereiro de 2018
Rota Estratégica da Cadeia Brasileira do Alumínio é lançada em Brasília
Evento em Brasília contou com a participação do ministro do MDIC, Marcos Jorge

No dia 27 de fevereiro, a ABAL apresentou a representantes do governo, entidades públicas, privadas e de terceiro setor, bem como a suas associadas o resultado de um ano de trabalho que consolidou a “Rota Estratégica da Cadeia Brasileira do Alumínio 2030”, em parceria com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O evento foi o pontapé inicial para a difusão deste trabalho realizado pelo Observatório Sistema FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) utilizando a metodologia roadmapping.

Durante seu discurso, o ministro Marcos Jorge, do MDIC, enalteceu o momento de retomada do crescimento da economia pelo qual passa o país, com a expectativa de fechamento do PIB de 2018 em 3% e o primeiro crescimento das exportações brasileiras em cinco anos registrado em 2017. Também elogiou a iniciativa da ABAL e disse que “o estudo possibilita pensar em como fortalecer a competitividade do setor”. Marcos Jorge disse ainda que o “MDIC é a casa do setor produtivo brasileiro e a indústria é um dos seus principais motores”. Por fim, o ministro reiterou o compromisso do Ministério em encaminhar pautas e atuar para que ações previstas no Roadmap, como interlocução de diferentes atores, promoção de política de redução tarifária e normatização possam ser colocadas em prática.

Por sua vez, Tadeu Nardocci, presidente do Conselho Diretor da ABAL, enalteceu a importância estratégica da indústria do alumínio para o desenvolvimento econômico do país e disse que “temos empresas competitivas e um mercado doméstico importante. Mas, enfrentamos desafios que colocam em risco a competitividade e crescimento da indústria nacional.” Também defendeu que não fazer nada não é uma alternativa e finalizou: “Nesse contexto fizemos o Roadmap, com um objetivo interno para os nossos associados, que é priorizar as nossas ações e orientar novos investimentos e um objetivo externo, que é o alinhamento dos diversos stakeholders em um foco comum. O fim é um só: alcançarmos uma competitividade sustentável em toda a cadeia do alumínio”.