História do Anuário do Alumínio

Ao longo de mais de cinco décadas, o Anuário Estatístico do Alumínio consolidou-se como uma das principais fontes de informação para a compreensão da Indústria Brasileira do Alumínio. Muito além de reunir dados e indicadores, a publicação acompanhou a evolução de uma das cadeias produtivas mais relevantes do país, documentando os processos econômicos, tecnológicos, ambientais e mercadológicos que marcaram sua trajetória. Suas páginas preservam a memória de um setor em constante desenvolvimento e revelam como o alumínio se tornou um material estratégico para o crescimento econômico, industrial e social do Brasil.

A origem dessa publicação está diretamente ligada à visão de Luiz Carlos Loureiro Filho, ex-presidente da ABAL, ex-diretor da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e um dos principais idealizadores do Anuário Estatístico do Alumínio. Na década de 1970, quando ainda havia pouca informação sistematizada sobre o mercado nacional, surgiu a necessidade de reunir dados confiáveis que permitissem compreender a dimensão da atividade, identificar tendências e subsidiar decisões estratégicas de empresas, entidades e órgãos governamentais. Desse esforço pioneiro nasceu uma iniciativa que atravessaria gerações e se consolidaria como referência para todo o segmento.

Em depoimento concedido ao Centro Cultural do Alumínio (CCAL) em 2026, Luiz Carlos relembrou que a principal motivação para a criação do Anuário era responder a uma pergunta fundamental: qual era, de fato, o tamanho do mercado brasileiro de alumínio? A partir desse trabalho precursor de levantamento, sistematização e análise de informações, a publicação passou a acompanhar de forma contínua o desenvolvimento do setor, tornando-se uma referência permanente para a indústria.

Luis Carlos Loureiro Filho
Ex-diretor da Companhia Brasileira de Alumínio
Ex-presidente da ABAL

Em depoimento concedido ao Centro Cultural do Alumínio (CCAL) em 2026, Luiz Carlos relembrou que a principal motivação para a criação do Anuário era responder a uma pergunta fundamental: qual era, de fato, o tamanho do mercado brasileiro de alumínio? A partir desse trabalho precursor de levantamento, sistematização e análise de informações, a publicação passou a acompanhar de forma contínua o desenvolvimento do setor, tornando-se uma referência permanente para a indústria.

Ao refletir sobre a trajetória da publicação, Luiz Carlos sintetizou sua relevância de forma emblemática:

“O Anuário é um reflexo da evolução do mercado de alumínio ao longo de 50 anos.”

De fato, o conteúdo reunido ao longo dessas décadas permite acompanhar momentos decisivos para a indústria brasileira do alumínio: a política de substituição de importações, a expansão da produção nacional, a popularização das latas de bebida, o fortalecimento da reciclagem, a diversificação das aplicações industriais, as transformações regulatórias e, mais recentemente, a incorporação de indicadores relacionados à sustentabilidade e às emissões de gases de efeito estufa.

Com o objetivo de preservar esse patrimônio documental e ampliar seu alcance, a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) desenvolveu o Projeto de Digitalização e Difusão do Anuário Estatístico do Alumínio. A iniciativa contemplou a digitalização integral dos exemplares produzidos desde a década de 1970, assegurando a preservação de informações fundamentais para a compreensão da história e da evolução da indústria do alumínio no país.

O projeto envolveu a digitalização em alta qualidade, a organização e catalogação do acervo e a criação de uma área exclusiva no portal da ABAL, onde o conteúdo pode ser consultado gratuitamente. Dessa forma, pesquisadores, estudantes, profissionais, gestores públicos e demais interessados passam a ter acesso a um conjunto singular de informações que documenta a formação, o crescimento e as transformações de uma indústria estratégica para o desenvolvimento nacional.

A digitalização dos Anuários Estatísticos representa, portanto, uma oportunidade de conectar passado, presente e futuro. Ao tornar acessível um acervo construído ao longo de mais de cinquenta anos, a iniciativa amplia as possibilidades de pesquisa, fortalece a preservação da memória industrial brasileira e contribui para a disseminação do conhecimento sobre a cadeia do alumínio.

Mais do que registrar números, o Anuário Estatístico do Alumínio testemunha a construção de uma indústria, as mudanças de uma economia e a capacidade de um setor de se reinventar diante de novos desafios. Sua preservação e difusão garantem que esse patrimônio documental continue disponível às futuras gerações, reafirmando o valor da informação como instrumento de memória, conhecimento e desenvolvimento.

Acervo Histórico

Anuário 1971

Anuário 1972

Anuário 1973

Anuário 1974

Anuário 1975/1976

Anuário 1977

Anuário 1978

Anuário 1978 (FOLDER)

Anuário 1979

Anuário 1980

 

Anuário 1981

Anuário 1982

Anuário 1983

Anuário 1984

Anuário 1985

Anuário 1986

Anuário 1987

Anuário 1988

Anuário 1989

Anuário 1990

Anuário 1991

Anuário 1992

Anuário 1993

Anuário 1994

Anuário 1995

Anuário 1996

Anuário 1997

Anuário 1998

Anuário 1999

Anuário 2015

Anuário 2016

Anuário 2017

Anuário 2018

Anuário 2019

Anuário 2020

Anuário 2021

Anuário 2022

Anuário 2023

Anuário 2024