ABAL na Mídia: indústria de alumínio prevê que estoques voltem ao normal ainda em novembro – Associação Brasileira do Alumínio – ABAL
Acesse a área do associado Fale Conosco
← voltar para Banco de Notícias

ABAL na Mídia: indústria de alumínio prevê que estoques voltem ao normal ainda em novembro

3 de novembro de 2020

 

A indústria de alumínio espera normalizar os estoques até o final de novembro. A previsão foi enviada à coluna pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), após a notícia sobre o desabastecimento ter se agravado e ameaçar até mesmo a venda de bebidas para o final do ano.

A entidade diz que eventuais desabastecimentos são resultado de uma bolha de consumo e que ela foi inesperada ainda durante a pandemia. Ao mesmo tempo, as indústrias informam ter sido um desbalanceamento pontual e momentâneo de estoques ao longo da cadeia.

“Quase todos os produtos de alumínio são o fruto de cadeias de abastecimento longas, compostas por três ou quatro fornecedores em sequência. A partir do mês de março, todas as empresas da cadeia decidiram se desfazer dos estoques, priorizando a geração de caixa. Assim, diante da retomada de mercado, foi necessário um novo “set up” das linhas para atendimento da demanda. Agora, é questão de tempo – em geral, dois meses – para os estoques voltarem ao normal ao longo das cadeias”, diz o presidente-executivo da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), Milton Rego.

O presidente-executivo da ABAL afirma que o aumento de preço se deve ao dólar alto. Argumenta que é uma commodity com valor determinado pela Bolsa de Metais de Londres (LME).

“Em janeiro, a tonelada era cotada em US$ 1 .772 e, em setembro, em US$ 1 .745. No ano, o real se desvalorizou em mais de 30% em relação ao dólar, o que encareceu toda a cadeia do produto”, diz Rego.

Ele rebate a afirmação de que está faltando alumínio no mercado.

“Levantamentos da ABAL indicam que a produção de alumínio primário deve fechar 2020 com ligeira alta, ou, no mínimo, se manter estável em relação a 2019, quando foram produzidas 650 mil toneladas. Por outro lado, o consumo doméstico deverá ter uma queda de cerca de 7% na comparação com o ano passado”.

Fonte: Gaúcha ZH – Giane Guerra – 02/11/2020

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/giane-guerra/noticia/2020/11/industria-de-aluminio-preve-que-estoques-voltem-ao-normal-ainda-em-novembro-ckh0ejxh40004012tf62wk3lz.html