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Perguntas Frequentes

RECICLAGEM

Porque a reciclagem do alumínio traz benefícios para o meio ambiente e para o país, economizando matéria-prima e energia elétrica e reduzindo o volume de lixo enviado aos aterros sanitários. Além disso, gera renda permanente para milhares de pessoas, reduzindo o impacto social do desemprego.
Preferencialmente, lave essas embalagens para retirar resíduos de alimentos e coloque-as junto com os demais metais ou entregue-as em um posto de coleta ou para o sucateiro mais próximo da sua casa.
As latas de alumínio podem ser identificadas por dois símbolos impressos no rótulo, normalmente utilizados pelas indústrias: um é o "AL" circundado por duas setas, e o outro é a figura de uma lata, com a inscrição "Recicle Alumínio". Na dúvida, pode-se utilizar um ímã. Caso ele não fique preso, a lata é de alumínio.
Sim. A reciclagem de uma única latinha de alumínio pode economizar energia elétrica suficiente para manter ligado um aparelho de TV durante três horas.
A lata é 100% reciclável, ou seja, não é necessário retirar nenhuma parte dela para a reciclagem, nem mesmo o anel. Para facilitar o processo de reciclagem, a lata deve estar vazia e livre de impurezas (tais como restos de comida, de papel, pontas de cigarros, dentre outros resíduos).
As latas ajudaram a organizar o ciclo da reciclagem, desde a coleta da lata vazia até sua transformação em nova lata; incentivou o surgimento de mercados alternativos (como a fabricação de prensas especiais para latas) e a modernização de fornos industriais para refusão de sucata, gerando mais empregos e remuneração mais justa para os catadores de rua.
Não. A sucata é paga de acordo com o peso, não importando se é o corpo ou o lacre da lata.

ALUMÍNIO E SAÚDE

O alumínio é o terceiro elemento mais abundante encontrado na natureza, depois do oxigênio e do silício, e representa 8% da crosta terrestre. Ele também está presente em todos os órgãos, tecidos e fluídos do corpo humano desde o nascimento sob diversas formas, no solo, água, no ar, através dos alimentos e em produtos utilizados para tratamentos de saúde.
O alumínio ingerido é eliminado em sua maior parte nas fezes e a pequena quantidade de alumínio solúvel que é absorvida é transportada pela corrente sanguínea e excretada na urina. Nosso organismo possui barreiras naturais eficazes à absorção do alumínio como os pulmões, o trato digestivo, a pele e a barreira hematoencefálica.
Não. Essa afirmação é amparada pela comunidade científica e médica, entre elas a FDA, U.S. Food and Drug Administration, órgão oficial de saúde dos Estados Unidos, que avalia e regulamenta o uso de alimentos e drogas para o consumo da população, classificou os compostos de alumínio na categoria dos produtos GRAS - Generally Recognized as Safe (Geralmente Reconhecido como Seguro), legitimando a sua utilização em remédios, utensílios domésticos, embalagens de alimentos e produtos de higiene pessoal, entre outros, não representando riscos à saúde. (www.fda.gov).
Veja íntegra da resposta no link: http://abal.org.br/noticia/e-mail-traz-acusacao-falsa-sobre-latas-de-aluminio/
"A maior parte do alumínio ao qual a maioria das pessoas se expõe está presente nos aditivos dos alimentos; panelas de alumínio utilizadas na cozinha e a água potável que tem concentrações baixíssimas não representando risco a saúde." (Dr. Ted Lidsky, nov/03). "A contribuição do cozimento em panelas de alumínio na ingestão desse elemento, considerando-se os produtos avaliados nesse estudo, é de cerca de 12% do máximo tolerável pela Organização Mundial de saúde – OMS, portanto, não relevante, quando se leva em conta o teor de alumínio que provém dos alimentos e de coadjuvantes de processo e também de outras fontes de ingestão." (Dra. Silvia Dantas, CETEA/ITAL).
Não existe nenhuma base científica, assim, tais conclusões são falsas." (Dr. Ian Arnold, nov/03).
Baseiam-se no teste do fio do cabelo, usado com muita freqüência no Brasil, não é usado como ciência na Europa e nos Estados Unidos e aqui foi proibido e classificado pelo Conselho Federal de Medicina como prática "ilegal" da medicina, pela RESOLUÇÃO CFM nº 1.500/98. Por isso o método foi praticamente abandonado para a detecção de metais no organismo. (Dr. Manoel Arruda, nov/04).
A maior parte da controvérsia sobre alumínio e Alzheimer remonta às décadas de 60, 70 e um pouco na década de 80. Conforme mais informações sobre as causas de concentração de alumínio no cérebro foram obtidas, essa hipótese foi perdendo importância na comunidade científica. Os estudos mais antigos levantaram a essa controvérsia, no entanto, as pesquisas nos últimos 15 anos "não apóiam" e afastam totalmente essa hipótese. Uma forma de determinar o que a comunidade científica acha sobre qualquer hipótese, é quantos trabalhos estão sendo publicados daquele assunto, pelos cientistas que trabalham na área. O alumínio saiu do radar nos círculos científicos. Há um grupo pequeno de pessoas que ainda trabalham com isso, mas os estudos principais sobre Alzheimer já não envolvem mais o alumínio."(Dr. Ted Lidsky, nov/03).
De fato, nos últimos dias, a Associação Brasileira do Alumínio – ABAL detectou a divulgação de mensagens em inúmeros fóruns e listas de discussão na Internet, que vinculam o uso do alumínio a diversas doenças. O artigo tem um tom alarmista, sem qualquer fundamentação científica. Além de relacionar sintomas - que têm as mais variadas causas - somente com o alumínio, faz menções totalmente inverídicas, como por exemplo, a proibição do uso de panelas de alumínio na Itália. Para esclarecer essas questões junto à sociedade, a entidade coloca à disposição um material que traz uma série de argumentos, citações e estudos que mostram que o metal é totalmente seguro. O documento traz uma série de argumentos, citações e estudos que mostram que o metal é totalmente seguro. Veja a íntegra do material clicando aqui.
Recentemente, informações anônimas que relacionam sais de alumínio e seus derivados usados em antitranspirantes e possíveis casos de ocorrência de câncer de mama tem sido divulgadas na internet. Com objetivo de trazer informações à população, pautadas em dados, à luz dos conhecimentos científicos atuais a Anvisa (Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária) através da Gerência Geral de Cosméticos constituiu subcomissão de trabalho, composta por membros da CATEC (Câmara Técnica de Cosméticos), para avaliar essas informações e emitir um parecer técnico-científico. Após avaliação dos dados apresentados pode-se concluir que, até o presente momento, não foram apresentados dados capazes de inferir a relação sais de alumínio / incidência de câncer de mama; embora a abordagem sobre a absorção de sais de alumínio deva continuar na mira dos pesquisadores da área. Veja a íntegra do parecer da Anvisa: www.anvisa.gov.br/

EMBALAGENS

Estudos elaborados por institutos de tecnologia e laboratórios independentes no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Dinamarca e Suíça consideram seguro seu uso, dentro dos padrões de segurança. Sua utilização já foi testada em cozinhas experimentais em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Para se obter um aquecimento uniforme, não é aconselhável usar a embalagem descartável de alumínio quando apenas parte de seu conteúdo esteja ocupada.
Elas vêm dos anos 70, quando os aparelhos ainda não ofereciam plena segurança contra o reflexo das microondas. Entretanto, em 1980, a Associação dos Fabricantes de Embalagens de Alumínio dos Estados Unidos divulgou dados de uma pesquisa que mostrou a segurança dos novos fornos, desde que fossem seguidas pequenas observações, como as que colocamos aqui.
Não permitir que o alumínio encoste nas paredes do aparelho, mantendo a distância mínima de 3 cm e retirar a tampa de alumínio das embalagens antes de levá-las ao forno. Também é recomendável que o alimento na embalagem ocupe uma altura de até 3,5 cm. É importante que ele ocupe todo o conteúdo da embalagem.
O lado brilhante da folha, por ter uma rugosidade menor (é mais liso), propicia menor aderência de alimentos e substâncias na sua superfície, além do que seu índice de refletividade ao calor é maior o que pode aumentar um pouco o tempo de cocção dos alimentos. Assim, tecnicamente falando, o ideal é utilizar-se o lado brilhante para dentro para melhor aproveitamento da fonte de calor. O fato, porém, de se utilizar um lado ou outro em contato com alimentos não ocasiona qualquer prejuízo no cozimento ou conservação.
O alumínio está na lista positiva da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, atende ao Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos e ao Regulamento Quadro da EU 1935/2004, na Europa. Todos esses órgãos certificam o alumínio para uso em embalagens em contato com alimentos.

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