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Absorção e Eliminação

O alumínio está naturalmente presente nos vegetais, frutas, produtos de origem animal e na água. Diariamente, uma pessoa adulta ingere alumínio através da comida e da água.

Em pessoas saudáveis nem todo o alumínio ingerido é absorvido pelo organismo, pois o tubo digestivo constitui-se numa barreira natural, fazendo com que apenas uma pequena fração (menor que 1% de todo o alumínio ingerido), realmente atinja a circulação sangüínea.

Há ainda outras barreiras naturais no corpo humano contra a absorção do alumínio como pulmões, trato digestivo, pele e a barreira hematoencefálica. Além disso, grande parte do metal ingerido e absorvido (que atinge a circulação sangüínea) é rapidamente eliminada nas fezes e na urina. Estudos mostram que doses de até 125 mg/dia são eliminadas em 24 horas.

Carga corpórea x absorção de alumínio

O comitê internacional de avaliação de riscos de contaminação em alimentos ligado à Organização Mundial de Saúde, o JECFA (Joint Expert Committee on Food Additives da FAO/WHO), estabeleceu um valor provisório tolerável de ingestão semanal de 2 mg de alumínio por quilo de peso corpóreo (2 mg/kg/semana), ou seja, uma pessoa de 60 kg poderia ingerir 120 mg de alumínio por semana, sem causar efeitos nocivos à saúde.

Em comunicado recente (03/11/2012), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que o Comitê de Aditivos Alimentares do Codex Alimentarius (CCF A) ainda não definiu os limites para os aditivos contendo alumínio, tema que será discutido na próxima reunião, a realizar-se na China em março de 2013. Para mais detalhes consulte o site do organismo internacional – JECFA: Codex Alimentarius.

Dissolução de Alumínio durante o cozimento de alimentos em panelas de alumínio

Um estudo realizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem - CETEA, do Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL, com o objetivo de levantar dados sobre o potencial de transferência de alumínio proveniente de panelas durante o preparo de alimentos, concluiu que o cozimento em panela de alumínio contribuía, à época do estudo, com cerca de 2% do limite máximo de ingestão do metal recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A pesquisa levantou dados sobre o potencial de transferência de alumínio proveniente das panelas durante o preparo de um cardápio tipicamente brasileiro: feijão, arroz, bife, batata e molho de tomate, entre outros, pois a ingestão varia em decorrência da dieta da população e de outros fatores, como as condições de cozimento e o tipo de panela.

Resultado

A dissolução de alumínio identificada durante o cozimento é inferior até mesmo ao teor do metal presente naturalmente em alguns alimentos.

Para maiores detalhes, veja abaixo a apresentação do CETEA sobre o desenvolvimento e conclusões do estudo:

Relatório do CETEA: PDF online - (157Kb) ou ZIP download - (150Kb)
Apresentação da Dra. Silvia T. Dantas - CETEA, Palestra: "Dissolução do Alumínio nos Alimentos": PDF online - (830Kb) ou ZIP download - (611Kb)

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